Superchunk no Brasil em Maio!!

Se você quer curtir um incrível show flashback para os anos 90, Superchunk talvez seja a melhor pedida para o ano de 2011. Caso você more nos arredores de Sorocaba ou Mogi das Cruzes, você não pode perder a oportunidade de ver uma das bandas mais influentes do Indie Rock e lendas do rock alternativo.

superchunk

A banda que participa da Virada Cultural Paulista passará por Mogi das Cruzes no dia 14 das 0h - 1h30 no palco externo que será montado na Avenida Cívica, e em Sorocaba no dia 15 das 17h - 18h30 no palco externo no parque das Águas do Abaeté "Maria Barbosa Silva". Vale lembra que será um show free, então se você estiver por perto, não perca!




Também não custa lembrar que o Superchunk é a banda dona da gravadora Merge Records, uma das principais gravadoras indies do mundo, que acaba de faturar o Grammy de Melhor Disco do Ano - porque, nos EUA, o Arcade Fire é da Merge. Ou seja: os caras podiam estar cuidando da grana e em vez disso tão vindo pro Brasil.

Radiohead lança The King of Limbs! será a revolução de 2011?

Já faz algum tempo que em todo década terminado em “1″, a música ganha ares revolucionários e alguma banda chegam para ditar os passos dos anos seguintes. Foi assim em 1981 com o New Order, 1991 com Nirvana e 2001 com o The Strokes. Será assim em 2011 com novo álbum do Radiohead? ou o The Strokes vai continuar revolucionando? ou quem sabe o segundo álbum do The Drums?

Se fosse para apostar, eu apostaria na genialidade do Radiohead que lhe dar um tapa na cara sempre que lança um álbum novo. E foi com um tapa na cara que acordei hoje, lendo em todos os lugares sobre a aposentadoria do Fenômeno a pré-venda do oitavo disco “The King of Limbs” já no próximo sábado, dia 19.

Ao contrário da revolucionária ideia "pague quanto quiser" utilizada para vender "In Rainbows", o preço agora foi estipulado pela banda... e não é nada caro. O pacote com dois vinis de 10", um CD, folhas de arte e a chance de ganhar um vinil de 12″ com duas músicas assinadas pela banda, sai por 48 dólares com direito a baixar o MP3 já neste sábado.



Agora corre e vai la e faça a sua pré-compra!!!

White Stripe is dead baby, White Stripe is Dead!

Fazia um bom tempo que eles já estavam sumidos, e para quebrar o clima, resolveram dar aparecidinha na mídia hoje logo de manhã para anunciar o fim da banda White Stripe no site da gravadora Third Man Records (Que por acaso é de Jack White), após 13 anos de carreira.

Jack White já vinha trabalhando em seus mil projetos paralelos, diferente da sua ex-mulher que ja vinha se aposentado aos pouquinhos. Mas agora é oficial: o White Stripes não existe mais.

White Stripe

O motivo, segundo nota divulgada por Meg e Jack White “É por vários motivos, mas o maior deles é preservar o que há de lindo e especial na banda e deixar isso ficar desse jeito”.

Ou seja: Não iremos fazer mais nada para não fazer merda.

Luto!!!

Michael Cera toca em Turnê com a Banda Indie Mister Heavenly

Depois de interpretar um baixista na banda "Sex Bob-OMB" em Scott Pilgrim Contra o Mundo, Michael Cera se junta em banda de verdade para uma turnê. A banda Mister Heavenly tem músicos do Modest Mouse (Joe Plummer), Man Man (Honus Honus) e Islands (Nick Diamonds).

A banda Mister Heavenly já fez sua primeira apresentação nessa última terça, abrindo o show para o Passion Pit em Portland e que ainda excursiona pelos Estados Unidos ao lado do Passion Pit por mais seis shows.

De acordo com o site do selo Sub Pop Cera está no projeto temporariamente, não chega a ser um membro oficial, está na banda apenas para esta turnê e ainda não dá para saber, por ora, por quanto tempo ele irá permanecer.

'We Are The People' of 'Empire of The Sun'

O show que particularmente eu mais esperava no palco Indie Stage, foi uma verdadeira surpresa de tão lindo. Com um telão cheio de belas imagens ao fundo do palco, dançarinas com trajes tão chamativos quanto a do próprio Luke Steele e uma sonoridade synth-pop dançante inspirado nas ficções científicas dos anos 70/80 foram de encher os olhos.



Empire of The Sun acertou em cheio ao escolher "Standing Os The Shore" para abrir e "Walking On A Dream" para fechar o show, um dos dois maiores sucessos e, consequentemente, pontos altos da apresentação.

Ao final da apresentação, o vocalista Luke Steele destruiu completamente sua guitarra no chão e foi ovacionado com aplausos e gritos, voltando logo em seguida para encerrar o show com o hit "Walking on a Dream".

Billy Corgan vs Pavement???

Daqui a dois dias, o Festival Planeta Terra voltará a receber o clássico embate que acontece até hoje entre Smashing Pumpkins e Pavement, graças a música "Range Life" que cita Smashing Pumpkins e Stone Temple Pistol, duas bandas que vão passar pelo Brasil nesse ano.

Billy Corgan

Na música "Range Life", que cita Smashing Pumpkins, diz:
Out on tour with the Smashing Pumpkins
Nature kids, i, they don’t have no function
I don’t understand what they mean
And i could really give a FUCK.
Stephen Malkmus, vocalista do Pavement e autor da letra, disse que só citou a banda como se fosse um velho falando de uma banda nova de rock, que não tinha intenção de brigar com a banda de Billy Corgan, mas Corgan não gostou da brincadeira e até ameaçou abandonar um Lollapalooza de 94 (ano de lançamento da faixa), caso o Pavement fosse escolhido para tocar no evento.

A birrinha que já se arrasta desde 94, ganhou mais um capítulo na última semana, Billy Corgan começou um mimimi no twitter que talvez possa ser uma página importante na 'Batalha das bandas'.

Primeiro Corgan declarou:
"Eles vão tocar na mesma noite que a gente?".
Em seguinda soltou:
“Não existem mais grandes bandas”.
E após descobrir que iria tocar no mesmo palco e que existe a possibilidade de esbarrar com Stephen Malkmus na troca de palco, já que Pavement toca antes dos Pumpkins no mesmo palco, disse:
“Não vamos nos encontrar, por que senão vai ter uma briga. Eu não gosto deles”.
Que tipo de briga?
“Bem, você sabe, quando você fecha a mão e dá um soco na cara da pessoa”.
E completou com um tom mais irónico:
“Vamos tocar as músicas do Pavement melhor do que eles.”

A Folha que conseguiu uma entrevista com o guitarrista do Pavement, Scott Kannberg, revidou dizendo:
“Não somos importantes, mas eles, que deveriam ser o símbolo dos valores alternativos, são ‘vendidos’ que tocam as músicas velhas porque precisam de dinheiro“.
Agora é esperar até sábado para ver o desfecho dessa historia...

Me and The Belle and Sebastian

Agora sim posso afirmar com todas as letras que o show do Belle and Sebastian foi o melhor show da minha vida, que me desculpe Radiohead, Pixies, The Apples in Stero... mas o show de ontém foi impecável (pós show dizem que não dava para escutar muito bem la de trás!), mas grudado na grade estava um som limpo.

Ontém foi um verdadeiro programa de indie, um show feito para fãs indies do Belle, isso significa que não teve nenhuma alma viva dentro da Via Funchal (pelo menos até onde pude ver!) que não cantou junto as músicas (uma pena porque eu queria ouvir apenas a banda). O show começou em ponto, logo as dez Stuart, Stevie, Chris, Sarah e Cia já estava no palco tocando "I Didn't See It Coming" ('Make me dance, I want to surrender') e em sequencia "I'm a Cukoo" e "Step Into My Office, Baby" para delíro da plateia.



Com o Mr. Murdoch empolgado, chamando alguns da platéia para subir ao palco, passando maquiagem durante o show, dacinhas mega cool, mandando algumas bolas autografadas para pista comum (foda!), tocando músicas a pedido do público e descendo no meio da galera na pista comum (Toma essa Pista Premium!!!), o show não poderia ter sido mais animado. Apartir da nona música, veio o ápice do show com "The Fox in the Snow" e só clássicos em seguida para fechar com "Get Me Away from Here I'm Dying", "Judy and the Dream of Horses" e "Me and the Major".



Em relação ao provável setlist que fizemos aqui a algumas semanas, até que teve algumas boas surpresas, veja abaixo o setlist que voou para minha mão no final do show, mas que não é o setlist final!

Setlist belle and sebastian SP Funchaç


O setlist final ficou assim:
Belle and Sebastian Setlist Via Funchal, São Paulo, Brazil 2010, Write About Love

* Logo logo atualizarei com o autografo do Stuart, Stevie, Chris no álbum "Write About Love" conseguido na porta do Circo Voador hoje de tarde!

** No próximo final de semana tem Smashing Pumpkins, Pavement, Phoenix, Mika, Empire of the Sun e outros no Planeta Terra.

Saudades do Radiohead? Aqui tem um pouquinho de Thom Yorke

O Radiohead está no estúdio desde o começo do ano trabalhando nos ajustes finais do seu próximo álbum, de lá pra cá não andam aparecendo muito na mídia e muito menos fazendo apresentações, o último show do banda foi no dia 24 de janeiro em Los Angeles, California. Com quase um ano sem usar nem um pouquinho de coisas novas do Radiohead é comum ter unas recaídas, ainda mais quando se navega pelo o subúrbio da música indie rock.

A superbanda Atoms for Peace é a melhor forma de se ter uma overdose de Radiohead com músicas lado-B do Radiohead e lado-A do Thom Yorke que é formado além de Thom Yorke por Flea (baixo) do Red Hot Chili Peppers, o produtor e as vezes chamado sexto integrante do Radiohead Nigel Godrich (guitarra e teclados), o baterista Joey Waronker (Smashing Pumpkins, R.E.M., Beck, e outros...), e o brasileiro Mauro Refosco (percussão).

Atoms for Peace se apresentou em agosto no Fuji Festival com um Thom Yorke inspirado, um Flea arrebentando e para alegria dos fãs uma fotografia incrível.









O Novo 'novo' Álbum do Weezer | Death to False Metal

Poucas semanas depois do lançamento do controverso álbum Hurley, que logo em seguida ao lançamento ganhou uma campanha online para arrecadar a quantia de 10 milhões de dólares para eles pararem de tocar. Weezer lança agora uma coletania de faixas raras retrabalhadas.

Segundo o próprio Coumo, o álbum "Death to False Metal" que inicialmente foi intitulado como "Odds & Ends" contêm faixas que abrangem um vasto período de tempo desde o início da banda no início dos anos 90 até aos dias de hoje. Inclusive contém um ótimo cover de "Un-break My Heart", de Toni Braxton:

Weezer - Unbreak My Heart (Toni Braxton cover) by Ragged Words

Death to False Metal é um álbum até cativante mesmo que as faixas não chegaram a receber um corte final para serem lançadas em um álbum mais sólido, vem até cheio de riffs moderninhos, cortesia de Brian Bell, mas que por algum motivo (seja la por qual for) não consegue quebrar a tradição já de cinco anos de produzir um álbum mais consistente.

Mesmo como uma coleção de raridades, Death to False Metal não oferece uma visão real do que está acontecendo dentro da banda. Eles continuam confusos, musicalmente e liricamente falando. Mas esse não é o caso a se discutir, afinal Hurley fica melhor e melhor a cada vez que paro para ouvi-lo. Então veremos como fica Death to False Metal escutando-o com um pouco mais de calma.